quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Acúmulo de peso e Genética

Segundo o endocrinologista molecular João Pinheiro, de São Paulo, a genética pode, sim, estar relacionada ao acúmulo de peso. Mas é preciso considerar também os fatores externos que influenciam no resultado final da equação. Veja quais atitudes tomar para minimizar o efeito dos genes.

É certo dizer que determinadas pessoas possuem tendência para engordar?
Sim. Há quem realmente tenha predisposição à obesidade. Mas é importante ter claro que a hereditariedade não é, sozinha, responsável pelo excesso de peso. A um quadro inicial se somam outros pontos como alimentação irregular, vida sedentária e desequilíbrio emocional.
NOTA:"Tendência a engordar" Isto está explicado por um especialista e eu nem sequer sou da área da saúde, mas tive treinamentos com pessoas a nível de prémio Nobel de medicina e com Especialista em nutrição como o responsável pela parte nutricional do Laboratório de Nutrição da UCLA Dr. David Hiver. E na verdade a Heredatariedade o filho ter que ser gordo como o Pai isso nada mais é do que erro de hábitos alimentares. O nossos avós se alimentavam de forma errada, nossos pais aprenderam e faziam o mesmo e isso assim nos foi passado então os Avós eram gordos os Pais Gordos e nós. Não temos que ser necessariamente gordos lembre-se não precisamos comer e sim nos nutrirmos. Se estivermos devidamente nutridos não seremos obesos.

Por que isso acontece?
Essa 'tendência' está gravada no núcleo das células, mais especificamente no DNA, que reúne as informações genéticas passadas de pai para filho e determina todas as nossas características (cor dos olhos, formato das mãos...). Cada pedacinho do DNA é chamado de gene. Pesquisas comprovam que pelo menos dois deles estão relacionados ao excesso de peso.
Como se dá essa relação?
Os genes condicionam o aparecimento dos mecanismos formadores de gorduras de várias maneiras. Com os avanços da medicina, foi descoberta uma forma de obesidade desencadeada pela chamada síndrome Plurimetabólica. Ela é responsável por uma manifestação conjunta de vários genes que termina por dificultar o emagrecimento. Para reverter o quadro é necessário um tratamento médico que inclui atividade física, dieta e, em alguns casos, medicação.

É possível saber se o indivíduo tem predisposição genética para engordar?
Sim. A melhor maneira é por meio de exames laboratoriais como a dosagem de glicemia e medição dos hormônios SHBG, IGF-1 e cortisol. No diagnóstico, os antecedentes familiares também contam bastante: se um dos pais for obeso, estima-se que o filho possua 25% de chance de também ser; caso os dois tenham excesso de peso, esse número pula para 50%.

Quem tem essa informação no DNA não consegue afinar?
A pessoa pode perder peso, mas provavelmente volta a engordar porque a causa não foi corrigida. Por isso, enquanto a terapia gênica não chega, é necessário submeter esses indivíduos a tratamento médico para amenizar as conseqüências com prescrição de medicação, dieta e atividade física específicas - lembrando que tudo depende do resultado dos exames.

Nesses casos, quais são os cuidados essenciais para evitar o aumento de peso?
É importante não fazer dietas sem supervisão de um especialista, não passar longos períodos sem se alimentar direito e evitar o estresse diário, que pode se tornar crônico. Este, em especial, faz com que ocorra uma modificação genética no organismo, que passa a formar gordura como mecanismo de defesa. Para entender melhor, é o mesmo que acontece com os calos, no caso de sapato apertado. Portanto, é necessário investir também no bem-estar geral.
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o Especialista revista dieta já ed. 156

2 comentários:

Eloyza Reis disse...

Olá!!
Vou dar uma olhada na sua dica do blog.
Aprender e praicar é sempre importante.
Parabens pelo sucesso.

Ventura disse...

Obrigado e se precisar de algo que eu possa ajudar disponha.
Beijo