quinta-feira, 1 de abril de 2010

Conheça os benefícios do azeite...

Postagem muito interessante, só que hj vou deixar uns links, para poderem acrescentar ou não à vossa Alimentação.

Estamos, pouco a pouco, desmistificando os rótulos dos vários alimentos, compreendendo melhor seus nutrientes. Sabemos que nem todas as gorduras são deletérias, que nem toda redução de carboidratos é saudável, que o excesso de proteínas faz mal à saúde e que o equilíbrio e a variedade são as bases para uma dieta saudável. 

Mesmo assim, as dietas estão constantemente sendo estudadas e testadas para que possamos orientar os pacientes de forma menos empírica, prescrevendo dietas baseadas em evidências científicas. 

Atualmente, há uma tendência real entre os estudiosos de Nutrição no sentido de reduzir a proporção dos carboidratos das dietas,(Cuidado com as clorias das receitinhas, rsrsrs!!!) em favor de um aumento na proporção das gorduras. Não estamos falando da suspensão dos carboidratos, nem estamos falando de qualquer gordura... Nosso posicionamento atual é que devemos reduzir entre 10 a 15% dos carboidratos das dietas, em favor do aumento da gordura monoinsaturada, aquela gordura presente no azeite de oliva.

Apesar disso, para que possamos ter uma dieta saudável, não basta reduzir o arroz e o pão e adicionar o azeite ao nosso prato. É muito importante reduzir a ingestão de gorduras saturadas. Essa é a parte mais difícil para os brasileiros, acostumados ao churrasco e à feijoada.

As outras fontes de gordura saturada, como os laticínios integrais, já podem ser facilmente reduzidas do cardápio, uma vez que leite, requeijão e iogurte desnatados vêm sendo incorporados à dieta, com a vantagem de conterem muito menos gorduras saturadas, de oferecerem o mesmo valor nutricional, como o teor em cálcio, e de serem tão saborosos quanto suas versões integrais.


Com relação aos queijos, ainda não conseguimos tal façanha, uma vez que os queijos magros são bem menos saborosos e ainda contêm alto teor de gordura saturada. Assim, regar a pizza de mussarela com azeite não a deixa mais saudável, apenas mais calórica, pois ela continuará tendo alto teor de gordura saturada devido ao queijo. 
Fotos: Getty Images
O que há de especial no azeite? 
As propriedades nutricionais e terapêuticas do azeite vêm sendo demonstradas em vários trabalhos científicos. Há muitas evidências de que esse tipo de gordura pode ter efeitos benéficos na prevenção de doenças cardiovasculares e do câncer, principalmente o azeite não refinado ou virgem. 


Ele é praticamente isento de gordura saturada e contêm, além da típica gordura monoinsaturada, presente em todos os tipos de azeite, altas concentrações de vitamina E, beta caroteno e polifenóis. Essa associação de compostos parece ser a responsável pela sua atividade antioxidante e antiinflamatória.
 Entre os óleos de oliva encontrados nos supermercados, aqueles produzidos pela presa direta ou centrifugação são ditos virgem ou extravirgem e se distinguem pelo seu alto conteúdo de polifenóis (150 a 350mg/kg) em comparação aos azeites refinados que, apesar de também serem fontes de gorduras monoinsaturadas, são pobres em polifenóis. 
Dieta do Mediterrâneo 
A Espanha lançou uma campanha, junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para transformar a Dieta do Mediterrâneo em patrimônio cultural da humanidade. É bem conhecida entre os países europeus a baixa taxa de mortalidade por razões cardiovasculares entre os povos da área do Mediterrâneo - Itália, França, Espanha e Portugal -em relação aos países do norte e do leste europeu.

A explicação mais provável para esse fenômeno está relacionada à Dieta Mediterrânea, uma forma de alimentação cuja principal característica é sua riqueza em gordura monoinsaturada. É importante lembrarmos que a Dieta do Mediterrâneo é muito mais do que uma dieta rica em gordura saudável.

Os povos mediterrâneos consomem muitas frutas, cereais e hortaliças, vinho tinto regularmente e uma quantidade muito pequena de gordura saturada, sob a forma de carne vermelha. Assim, fica difícil reconhecermos o real papel do azeite na proteção cardiovascular dessas dietas. 

O grande benefício das mesmas pode estar na associação de vários alimentos benéficos juntamente com uma drástica redução de alimentos sabidamente deletérios, como a carne vermelha, rica em gordura saturada.

"Ao consumir o azeite devemos observar a data de validade, como com qualquer outro alimento".  
Efeitos benéficos do azeite 
Muitos trabalhos científicos têm sido realizados no sentido de avaliar os prováveis efeitos do azeite em nossa saúde, além de ser um ingrediente saboroso em nossos pratos. Dentre estes, dois trabalhos, relativamente recentes e publicados em revistas médicas de grande credibilidade e rigor científico, revelam muito sobre os potenciais benefícios dessa gordura do Bem.

No primeiro deles, os autores descobriram que a proporção dos nutrientes de uma dieta pode interferir na distribuição da gordura corporal, mesmo sem afetar o peso das pessoas, e que o consumo regular do azeite propiciaria uma redistribuição da gordura no sentido de reduzir seus depósitos abdominais em benefício dos depósitos periféricos. 

Isso pode muito bem explicar a proteção cardiovascular da Dieta do Mediterrâneo, uma vez que a obesidade central está claramente relacionada ao infarto agudo do miocárdio e às várias outras formas de doenças do coração. Esses dados foram publicados no Diabetes Care, a revista da Associação Americana de Diabetes. 
 
"Apesar de tantos benefícios, o azeite é tão calórico quanto à banha de porco".
No segundo trabalho, publicado na revista Annals of Internal Medicine, os autores conseguiram comprovar que o conteúdo em polifenóis do azeite está intimamente relacionado ao poder antioxidante dessa gordura e que em sua forma virgem, com altos teores de polifenóis, o azeite consumido regularmente, aumenta os níveis do HDL ou colesterol bom e reduz o dano oxidativo que ocorre ao LDL ou colesterol ruim, tornando-o menos deletério. 

Talvez essa característica seja mais um reforço aos grandes benefícios à saúde causados pela Dieta do Mediterrâneo. Assim, o azeite, principalmente o não refinado ou virgem, é dotado de vários componentes potencialmente benéficos à saúde cardiovascular, compreendendo as gorduras monoinsaturadas - os polifenóis - sem deixar de mencionar outro potente antioxidante também presente em abundância em sua composição: a vitamina E. 


Além da proteção cardiovascular 
Muitas pesquisas têm relacionado o consumo regular do azeite a efeitos bactericidas (sobre o H-pylori nas gastrites), a efeitos analgésicos (em doenças inflamatórias crônicas) e a efeitos preventivos, em casos de fraturas e vários tipos de câncer (como os de cólon e mama). Estes estudos são preliminares e ainda necessitam de comprovação de sua aplicabilidade clínica, mas já demonstram o grande potencial terapêutico do azeite, além do seu refinado e inconfundível sabor. 


Vantagens do azeite extravirgem 
O efeito na redistribuição de gordura corporal foi demonstrado com todos os tipos de azeite de oliva, uma vez que a gordura monoinsaturada, responsável por esse efeito, está igualmente presente em todos eles. Já quando se fala em evitar a aterosclerose e prevenir a formação das placas de gordura, que obstruem as artérias, o azeite extravirgem, de longe, é o melhor, pois o efeito na redução da adesão do colesterol às paredes dos vasos sangüíneos é exercido pelos antioxidantes presentes nessa forma não refinada do azeite. 
Como e quanto consumir 
É aconselhável manter o azeite em recipientes escuros, em locais frescos e longe da incidência de luz, uma vez que o produto pode sofrer oxidação quando exposto em frascos e galeteiros transparentes. Ao consumir o azeite devemos observar a data de validade, como com qualquer outro alimento. Depois de aberto, o produto, desde que conservado longe da luz e bem tampado, deve ser consumido em seis meses, no máximo. 


Pode ser utilizado à temperatura ambiente, como pode ser aquecido em alimentos cozidos. Só não vale fritar ou abusar de temperaturas altas, pois quanto maior o calor, maiores as perdas dos seus compostos benéficos Apesar de tantos benefícios, o azeite é tão calórico quanto à banha de porco. Fornece 9 calorias por grama do produto e pode adicionar muitas calorias ao cardápio de uma pessoa, inviabilizando seus planos de alcançar ou manter um peso ideal. 


De acordo com as recomendações do FDA (US Food and Drug Administration), a média ideal para um adulto seriam quatro colheres de sopa diariamente, o que fornece 200 calorias diárias. 


Dra. Ellen Simone Paiva é médica especializada em endocrinologia e nutrologia. Diretora clínica do CITEN - Centro Integrado de Terapia Nutricional.
****** 

  

quarta-feira, 31 de março de 2010

Importância dos nutrientes energéticos

 É só procurar rsrsrs!!! Lá pelo meio vão encontrar em vermelho os meus comentários...

As pessoas já estão familiarizadas com estes termos, uma vez que os consomem diariamente. Tanto que alguns leitores já devem estar acostumados, inclusive, a avaliarem a qualidade dos alimentos através da tabela nutricional impressa nas embalagens. É claro que você não vai ao supermercado e compra três pacotes de proteína, duas latas de gordura e um punhado de carboidrato. Não, isso realmente não acontece. Porém, eles estão lá escondidinhos toda vez que você compra, por exemplo, um pedaço de carne, pães, óleos vegetais ou manteiga. 

Resolvi desmistificar esses três elementos, pois se consumidos de forma incorreta, eles podem provocar várias doenças, inclusive a mais comum de todas: a obesidade. 
Somos tricombustível 
As proteínas são conhecidas como nutrientes energéticos, de construção e funcionais. Isso devido ao fato delas constituírem as principais partes dos órgãos, das células, dos tecidos e dos nossos músculos. Por ser tão importante para o nosso corpo, uma vez consumido, esse combustível é prontamente absorvido pelo organismo


Geralmente são encontrados em alimentos de origem animal, como as carnes, queijos e os ovos. Porém, também podem ser consumidos através de alguns vegetais, como a soja, o feijão, a ervilha, a lentilha e o grão-de-bico.( Coloquei numa postagem anterior, a proteína para o nosso consumo deve ser composta de 65 a 70% de proteína de origem vegetal boa, e a restante de origem anomal, esta preferêncialmente de sorgo de leite)

Já os carboidratos, têm função estrutural de armazenamento energético e são capazes de fornecer energia rapidamente ao organismo numa situação de emergência. Deste grupo fazem parte as fibras alimentares, que ajudam a regular o funcionamento do intestino. Eles podem ser estocados em diversas partes do nosso organismo, sendo as mais comuns as regiões onde ficam localizados os músculos e o fígado. Os alimentos ricos em carboidratos são os de origem vegetal, como as massas, os açúcares, os doces, as frutas, os legumes e as farinhas. Nos produtos de origem animal, a quantidade é desprezível. (Armazenamos este tipo de nutriente em forma de gordura quando ingerido em excesso e o motivo disto é muito simples: O organismo Humano só tem capacidade para armazenar 2 tipos de produto GORDURA E ÁGUA, esta armazenamos quando tomamos em quantidades reduzidas ou quando abusamos do Sódio)

Por fim, as gorduras são nutrientes utilizados como uma reserva de energia e podem ser utilizadas como uma fonte secundária, principalmente porque são absorvidas de maneira bem lenta pelo organismo. Elas ficam estocadas, em maior quantidade, nas chamadas células adiposas.(Formam ou ajudam a formar celulite, atrapalham digestão e sei lá mais o que?rsrsrs!!!) Existem, no entanto, dois tipos de gordura: as saturadas e as insaturadas. A primeira, trata-se daquele tipo sólido, encontrado em produtos animais, como a gordurinha visível nas carnes, na pele das aves e na manteiga. Já as insaturadas são as líquidas e encontradas mais comumente nos produtos vegetais, como os azeites e óleos, nas azeitonas e nas oleaginosas, como as nozes, as castanhas, as amêndoas e o amendoim. ( Digamos que se cuidadosamente usadas são as DO BEM)


Mas não termina aí. Há ainda outro tipo famoso de gordura chamada de trans, que são sintéticas e encontradas em qualquer tipo de tranqueira alimentar ,( Aqui já diz tudo) como nos doces em geral, nas bolachas e biscoitos em geral, nos pães brancos como o francês e ainda nos sorvetes de massa e na margarina. 

Quais são as suas importâncias funcionais? 
As proteínas são importantes para a produção de alguns hormônios como a insulina, o glucagon, o hGH (do crescimento) e o da tireóide. Elas fortalecem a imunidade do organismo por aumentar e reforçar cada vez os nossos anticorpos. Podem, ainda, atuar como transporte de algumas substâncias importantes como o colesterol bom. Além de sustentar a pele na forma de colágeno e elastina, as proteínas contribuem na contração muscular, ajudam a aliviar os edemas (os famosos inchaços), aumentando a freqüência urinária. A sua função mais nobre, no entanto, é a de fazer parte do nosso código genético e transmitir as nossas características aos nossos descendentes. Para ter uma idéia, a proteína é o idioma oficial de qualquer organismo vivo. 

As gorduras também são importantes para a formação de alguns hormônios, como os sexuais (testosterona, estrogênios e progesterona) e são partes constituintes das membranas que envolvem as células. Elas atuam como solventes das vitaminas solúveis em gorduras, entre elas a A, D, E e K. Além disso, as gorduras são responsáveis por manter a temperatura do organismo e a nossa principal reserva energética. 

Já os carboidratos possuem função exclusivamente energética, ( Ou seja se vc não faz exercício, cuidado com o consumo, mas não esqueça que não pode viver sem carboidrato) principalmente para órgãos vitais como o cérebro, o mais ávido por carboidratos. Ajudam também a contrabalancear a freqüência urinária em conjunto com as proteínas e, no caso dos maratonistas, preservam a massa muscular.

Por que o organismo estoca mais gordura do que carboidrato? 
Para entendermos essa relação do organismo, vamos fazer uma continha: 
1g de carboidrato fornece 4 Kcal.
1g de gordura fornece 9 Kcal.  ( isto ajuda mas eu simplifiquei acima, o organismo só Armazena Gordura, logo se a gordura do carboídrato é em menor quantidade...)

Vamos supor que você tenha 10 quilos apenas de gordura corporal. Isso significaria uma armazenagem de 90.000 Kcal. Agora, se essa mesma conta fosse baseada em carboidratos, a armazenagem resultaria em menos da metade de energia, apenas 40.000 Kcal. Imagina o que seria acumular 90.000 calorias em carboidratos. Você iria pesar 12,5 quilos a mais, ou seja, um total de 22,5 quilos só em carboidrato contra 10 Kg em gordura, isso com a mesma concentração de energia. E a conclusão já é previsível: Você seria mais pesado. 

A hierarquia do aproveitamento nutricional 


Quando acabamos de nos alimentar, nosso organismo utiliza aqueles três tipos básicos de nutrientes na seguinte ordem:

1- Absorção das proteínas 
2- Absorção dos carboidratos 
3- Absorção das gorduras 

Em caso de jejum prolongado (por isso o
indicado é sempre se alimentar a cada três horas), a seqüência é modificada:  (Vou tentar explicar: Nossas célular teem memória, se passamos muito tempo sem comer, elas "pensam" não vamos ter alimento, e armazenam o que podem, por isso quem pula refeições tem 30% mais de probalilidades de engordar do que quem se alimente em horas e intervalos certos)

1- Absorção dos carboidratos 
2- Absorção das gorduras 
3- Absorção das proteínas. 

Um raciocínio lógico 
Baseado na hierarquia de aproveitamento nutricional nota-se que, quando acabamos de nos alimentar, conforme falamos anteriormente, o primeiro nutriente absorvido é a proteína. No caso de um jejum prolongado, ela é a última a ser utilizada. Percebe como o nosso organismo trata a proteína com nobreza? 

Em seguida vêm os outros dois, porém, os carboidratos estão sempre à frente das gorduras. O que quer dizer: quanto mais se consome carboidrato, menos o organismo aproveita e queima a gordura. E sabe qual a conseqüência? Engorda-se mais facilmente. Isso explica o porquê da dieta equilibrada e saudável ser rica em proteínas, moderada em gorduras e pobre em carboidratos. (???)

Agora que você conheceu um pouco a mais dos três tipos de nutrientes energéticos utilizados pelo organismo, emagrecer de forma saudável pode ser uma tarefa fácil. E só depende de você! 



Mesmo sem fazer dietas você costuma controlar a ingestão de carboidrato, proteína e gorduras?

Ou Prefer quebrar a cabeça: .

ALERTA - (para não perder tempo)

No caso de alguém ter lido ou estar pensando em seguir. É meu dever informar que se trata de uma BESTIALIDADE tamanha que o criador foi vítima da Criação, morreu de enfarto fulminante Vitíma desta barbaridade. Quer Fazer? Está aqui. Eu Avisei.