quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Vamos envelhecer com saúde e peso certo?

Não consigo perder os quilinhos 'extras', será que tenho problema?" Esse é o dilema de grande parte das mulheres quando se olham no espelho e percebem que estão acima do peso. O que fazer, então, para eliminar essa gordurinha incômoda?

Sabemos que com o avançar da idade é mais fácil engordar. Uma pessoa de 30 a 60 anos, por exemplo, aumenta em média um quilo por ano e elimina meio de massa muscular no mesmo período. Aliás, entre 25 e 50 anos é possível diminuir 10% do peso em músculos e com 80, a perda é de 30%. Sim, como o metabolismo se modifica com o decorrer dos anos não adianta encarar regimes milagrosos que prometem "enxugar" mais de um quilo por semana; a partir disso será perda de músculo.

Para confirmar esta teoria é fácil: estudos mostram que um bebê tem o metabolismo quatro vezes maior que uma pessoa da terceira idade (acima de 60 anos) e o dobro de uma de 30. Um alerta: o jornal científico New England em 2008 demonstrou que há diminuição na expectativa de vida devido à obesidade, que causa morte direta e indiretamente, em cerca de 400 mil pessoas por ano.

Operação silhueta enxuta

Vamos lá: para combater a balança, é necessário pelo menos cinco vezes por semana fazer uma caminhada moderada de 30 minutos diariamente.( Se quiser usar, como eu o relógio, são mil metros a cada 10 minutos, menos que isso não vale a pena e é simples). Se a preguiça falar alto, o passômetro ou pedômetro (um aparelho que mede passos) pode ajudar nesta tarefa. Uma pessoa que caminha 10 mil passos por dia é considerada ativa, ou seja, perfaz 6 km e, consequentemente, elimina 400 calorias. Abaixo dos 5 mil passos, é considerada uma pessoa sedentária. Enfim, com a utilização do medidor pode-se aumentar ou diminuir os passos diários, impedindo que se atinja o sedentarismo. Calma lá: há também outras formas de evitar que isso aconteça. Passeie com o cachorro, dance, suba e desça escadas (cada 3 degraus descidos equivalem a um de subida).Nade, reme, ande de bicicleta.

A alimentação também é fundamental. Comer legumes e verduras ajuda o metabolismo natural. Um estudo do periódico Preventing Chronic Disease indica que mulheres que ingerem vegetais e evitam fast-foods emagrecem com saúde sem engordar novamente. Já outra pesquisa recente, publicada no periódico da Academia Norte-Americana de Medicina do Sono, Sleep, relata que pessoas que dormem menos de sete horas por noite podem aumentar 88% do peso, o dormir nos leva a um ouro detalhe. O sono bom é o que nós iniciamos entre 21:30 e 22:30, se vc vai durmir depois das 23hrs, não importa o quanto durma seu sono será deficiente.

Estudos recentes da Joslin Diabetes Center, em Boston, demonstraram que existem adultos que possuem gordura marrom (a boa) na região do pescoço, a mesma encontrada em bebês. E mais: quem tem esse tipo de gordura está protegido contra a obesidade e a diabetes do tipo 2, além de queimar calorias, ao contrário da branca que acumula. Então, mãos à obra, pessoal, vamos adotar todas essas condutas aqui relacionadas e produzir a tal gordura do bem.


LEMBRAN-SE: NADA É IMPOSSIVEL PARA QUEM ACREDITA, VAMOS LÁ COMO ANDAM ESSAS DIETAS?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Utilidade Pública(Tempos de solidariedade)

GRIPE SUÍNA - PERGUNTAS E RESPOSTAS:

1.-
Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.

2. -
Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.

3.-
Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.

4.-
É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.

5.-
Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.

6.-
Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.

7.-
Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%

8.-
De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.

9.-
O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

10.-
Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

11.-
A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada

12.-
O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

13.-
Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.

14.-
Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.

15.-
Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.

17.-
O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.

18.-
Qual é a população que está atacando este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.

19.-
É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.

20.-
Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.

21.-
Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.

22.-
Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.

23.-
O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.

24.-
Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.

25.-
Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.

26.-
Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.

27.-
O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.

28.-
Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.

29.-
Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?
Não serve para nada.

30.-
As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.

31.-
Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.

32.-
O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.

33.-
O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.

34.-
O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.

35.-
Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.

36.-
Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.

37.-
O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.

38.-
Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.

39.-
As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.

40.-
Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.

41.-
Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tosam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.

42.-
Pode-se comer carne de porco?
SIM pode e não há nenhum risco de contágio.

43.-
Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Interações cérebro-intestino Síndrome do

...Continuando, Quarta Feira Publico a Influência das emoções sobre tudo isto.

*Shin Fukudo é pesquisador do Departamento de Medicina do Comportamento da Tohoku University Graduate School of Medicine, no Japão


A Síndrome do Intestino Irritável (IBS) é um dos distúrbios funcionais do sistema gastrintestinal com prolongada dor abdominal ou desconforto associado à disposição intestinal anormal, diarreia e/ou constipação. A IBS prevalece na população em geral, em economias com serviços médicos prejudicados e quando há distúrbios de qualidade de vida dos pacientes, e é considerada um importante distúrbio médico do século 21. Apesar da anormalidade não estrutural ou metabólica nos exames de rotina, pacientes com IBS têm sintomas gastrin - testinais duradouros. Portanto, pode-se imaginar o seguinte: é importante identificar a IBS inicialmente pelo grupo de sintomas e depois determinar a fisiopatologia e novas terapias para a doença.

O critério de Roma foi desenvolvido baseando-se nesta idéia. A definição da IBS induziu sequencialmente à definição do distúrbio similar do trato gastrintestinal. Incluindo a IBS, denominou- se como Distúrbio Funcional Gastrintestinal (FGIDs). O critério de Roma
foi revisado como Critério de Roma II que, por sua vez, foi revisado novamente tornando a ser o Critério de Roma III. Critérios uniformes da IBS resultaram no esclarecimento de dois importantes pontos fisiopatológicos.

O primeiro é a hipersensitividade visceral. Pacientes com IBS tiveram os limiares de dores viscerais diminuídas, assim como as dores abdominais, em resposta à distensão do cólon/reto em relação a indivíduos normais e saudáveis. O segundo é o exagerado sintoma gastrintestinal em resposta a vários estímulos. Os estímulos representativos estão relacionados ao estresse psicossocial e às refeições. Assim sendo, existem interações mútuas e recíprocas entre o cérebro e o intestino. Acredita-se que as interações cérebro-intestino desempenhem um papel importante no mecanismo fisiopatológico da IBS.

e estresse na Intestino Irritável

Supõe-se que muitos neurotransmissores estejam envolvidos nesse mecanismo. O hormônio liberador de corticotropina (CRH) é um dos mais plausivos candidatos a desempenhar um papel fundamental no mecanismo fisiopatológico da IBS. O CRH é um 41-aminoácido-peptídeo
produzido principalmente no hipotálamo e liberado para dentro do cólon. O estresse libera CRH hipotalâmico, resultando na secreção pituitária do hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). Em
roedores, o CRH antagonista inibe a alteração de estresse induzido na motilidade do cólon. A administração exagerada do CRH, via intracerebroventricular ou via intravenosa, acelera o trânsito do cólon. O CRH provoca uma suave motilidade colônica em humanos, enquanto que em pacientes com a IBS o CRH estimula a motilidade colônica de forma destacada. A secreção do ACTH para o CRH em pacientes com IBS também é exagerada. O CRH antagônico reverte
efetivamente a motilidade luminal estimulada pelo trato gastrintestinal, percepção visceral e ansiedade em pacientes com IBS.

A influência da microbiota intestinal na interação cérebro-intestino está para ser esclarecida. A microbiota intestinal em pacientes com IBS foi recentemente analisada e muitos estudos revelaram que a microbiota de pacientes com IBS é diferente dos controles considerados saudáveis. A microbiota intestinal humana forma um sistema ecológico muito complexo e influencia na saúde ou nas condições patológicas do hospedeiro. Mesmo uma microbiota intestinal normal contém bactérias que podem causar doenças intestinais inflamatórias, alergias ou IBS. A microbiota intestinal pode ser alterada pelo uso de antibióticos ou probióticos. Existem muitos estudos em seres humanos e animais sobre este assunto.