sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O TABACO E A SAUDE

Durante muito tempo, o cigarro era assossiado á maior facilidade de se manter o peso. No Entanto hj sabe-se que isso é uma situação ilusória, e passageira, vc não é magro porque fuma, mas é doente ou contrai doenças sérias porque fula. Alguns dos medicamentos usados nos tratamentos desses males, ( A MAIORIA IRREPARÁVEIS) é que faz com que a pesoa engorde. E hoje sabemos que Gordura é ANTÓNIMO DE SAUDE.

Em termos do comportamento individual, a saúde é muito afectada por todo o tipo de comportamentos aditivos, como o consumo de álcool, tabaco, fármacos sedativos e hipnóticos, estimulantes, etc.

Actualmente o tabaco é a principal causa de cancro do pulmão, sendo cerca de 30% os fumadores regulares da União Europeia. Fumar diminui em cerca de 20 anos a esperança média de vida e 50% dos fumadores morrem de causas ligadas ao tabaco, metade deles em idade activa.

No total, o tabaco é responsável por 20% das mortes dos países desenvolvidos e é considerada a principal causa de morte evitável.

No entanto, é outra a perspectiva que preocupa a actualidade e tem sido motivo de notícia: os efeitos negativos do tabagismo passivo. Na realidade, as estimativas indicam um aumento de 24% de risco de neuplasia do pulmão nos não fumadores que vivem com pessoas que fumam.

Entre os objectivos que movem os políticos no século XXI está a diminuição para 20% do número de fumadores nos próximos 15 anos. Neste sentido o governo português criou uma nova lei relativamente ao acto de fumar em espaços públicos, deverá entrar em vigor no início do próximo ano.

Mais uma vez constatamos a intima relação estabelecida entre a saúde e os comportamentos, tal como a importância da prevenção no controlo do tabagismo: evitar a habituação tabágica e cessar a mesma, regulamentar as condições de fabrico e venda do tabaco, proteger os não-fumadores da exposição ao fumo passivo e criar um clima social em que não fumar seja a norma.

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terça-feira, 23 de setembro de 2008

OLHA OS CHÄS AÍ PARA ESCOLHER

Eles se destacam pelas muitas vantagens nutricionais que apresentam. Porém, o que ganhou a cena nos últimos tempos foram seus efeitos milagrosos no quesito emagrecimento. Mas será que as várias goladas amargas de chá verde, chá branco ou chá de alcachofra rendem os resultados que você espera? Contamos com a colaboração de uma equipe de especialistas em nutrição funcional para desvendar todos os mitos e verdades sobre as bebidas campeãs em ibope quando o assunto é facilitar a queda do ponteiro da balança.

Chá verde
Ele reinava absoluto entre os outros tipos de chá, até ser colocado em xeque pelo chá branco, que disputa a soberania. A boa reputação não é para menos: seus efeitos antioxidantes vêm de uma substância chamada catequina que, além de controlar a ação dos radicais livres e diminuir os riscos de desenvolvimento das doenças cardiovasculares, ajuda a driblar o
envelhecimento precoce. Segundo a nutricionista funcional Daniela Jobst, o chá verde também é digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais.

A prevenção ao câncer está entre as virtudes da bebida. Além da catequina, o chá é rico em bioflavonóides, as duas substâncias bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores , diz Camila Duran, nutricionista clínica funcional da Clínica Pedrinola & Rascovski.

Quanto às dúvidas sobre a mãozinha que o chá dá a quem está de dieta, a especialista Daniela Jobst esclarece que ele aumenta a temperatura corporal. Isso acelera o metabolismo e favorece a queima de gorduras. Porém, para ser eficaz, a quantidade mínima da bebida deve ser atingida. A recomendação diária varia entre cinco xícaras a um litro, sendo que o consumo deve ser de, no mínimo, três meses. A escolha da temperatura da bebida fica a seu critério.

Ainda de acordo com Daniela, por ser considerado um alimento com poderes antiinflamatórios, o chá verde equilibra o organismo e faz com que ele fique longe das inflamações, diminuindo a possibilidade do acúmulo de gorduras.


Mas não adianta contar só com ele e esperar os quilinhos a mais desaparecerem. É importante também seguir uma dieta pobre em gorduras saturadas, com pouca participação de carboidratos de alto índice glicêmico e alimentos industrializados, e rica em alimentos integrais. Sem esquecer de fracionar as refeições em, pelo menos, cinco porções ao dia , recomenda Daniela.
Por conter cafeína, o consumo da bebida deve ser limitado ao período da tarde, a fim de evitar transtornos do sono. A nutricionista Camila Duran ressalta que pessoas sensíveis à cafeína podem sofrer com dores de cabeça, irritação e mau humor, caso exagerem nas doses de chá verde.
Nunca beba o chá após as refeições, pois a cafeína compete com outros nutrientes, como ferro e vitamina C, prejudicando a absorção pelo organismo , faz mais uma recomendação sobre a ingestão do chá verde, Daniela.

Chá branco
Este tipo de chá possui as mesmas características nutricionais do chá verde. Ele passou a perna em seu concorrente por ser feito com folhas mais jovens. Essa é a única diferença entre os dois. O chá branco é extraído da mesma erva que o chá verde e o chá preto, a Camellia Sinensis. Porém, o chá branco é colhido apenas uma vez ao ano e é composto por brotos e flores da planta, numa composição de mais nutrientes potencialmente ativos , esclarece a especialista em nutrição clínica funcional, Daniela Jobst.

A diferença na hora da colheita da erva muda o sabor do chá, que tem um gosto mais doce e suave. Os benefícios, no entanto, continuam como os do chá verde. Ele é capaz de retardar o processo de envelhecimento, abaixar os índices de colesterol ruim, acelerar o metabolismo e queimar gordura corporal , lembra Daniela.

Camila Duran conta que, para desfrutar de todas as vantagens da bebida, o consumo diário do chá branco deve ser de quatro xícaras. Por pelo menos três meses , reforça Daniela Jobst. As especialistas ressaltam que as recomendações sobre a cafeína presente em sua fórmula são as mesmas que as do chá verde.

Alcachofra faz efeito?
Se a sua idéia é buscar um aliado para emagrecer, o chá de alcachofra não é a bebida mais indicada. Alessandra Rodrigues, nutricionista clínica funcional da Clínica Pedrinola & Rascovski, explica que a bebida é ótima para otimizar as funções do fígado, órgão responsável por desintoxicar o organismo. A alcachofra é muito rica em vitaminas do complexo B e vitamina A , afirma. Mas não tem nada a ver com a perda de peso, especificamente.

Daniela Jobst aprofunda a indicação, lembrando que a flor é capaz de melhorar os índices elevados de colesterol. (Para fugir do remédio, tome sopa).Para notar o regulamento das disfunções hepáticas e a diminuição do colesterol, o consumo diário deve girar em torno de 500 ml e se estender por, pelo menos, três meses, segundo as especialistas.
texto6Ds

sábado, 20 de setembro de 2008

Chega de cólica menstrual!


rsrsrs!!!! o facto de eu nunca ter tido, tenho a noção exata e respeito muito isto já que não gosto de ver ninguém sofrer, muito menos um Ser sublime e Sagrado como a Mulher, então aí vai algo que encontrei. Depois vou completar.

Chega de cólica!
A menstruação se aproxima e, com ela, para muitas mulheres, um doloroso tormento - que um novo remédio promete espantar para sempre. Por que todo mês parece ser sinônimo de sofrimento? O que mais pode trazer alívio?

São poucas as felizardas que passam pelo período menstrual ilesas, isto é, sem dor nenhuma. Para a grande maioria, a fase é um suplício. Entre 70 e 90% das mulheres sofrem de dismenorréia a popular cólica. Para metade das que se queixam de dor, a sensação é tão forte que chega a ser incapacitante, impedindo que consigam trabalhar ou estudar direito, revela o ginecologista César Eduardo Fernandes, da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André, na Grande São Paulo.

As principais vítimas, segundo Fernandes, são as adolescentes por volta dos 13 anos. Essa é a época em que os ovários amadurecem e estréiam em sua função de liberar um óvulo por mês. A maior parte dos episódios de dor tem origem primária, ou seja, é decorrente do ciclo normal, e não de uma alteração orgânica extraordinária, explica o ginecologista Jorge Souen, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

O tratamento convencional, com antiespasmódicos, antiinflamatórios ou até mesmo anticoncepcionais, costuma dar conta do recado. Só que, em geral, não tão rapidamente quanto desejariam as mulheres que mensalmente se contorcem em contrações pélvicas nada agradáveis. Recentemente, o laboratório Boehringer Ingelheim lançou um remédio em cápsula-gel à base de ibuprofeno, um antiinflamatório não-hormonal indicado para aliviar a situação. A vantagem? Ele age com velocidade, como se fosse um medicamento líquido, mas tem a praticidade de uma cápsula, resume Ricardo Amorim, gerente de grupo de produtos da linha gastrointestinal da empresa. O comprimido comum leva cerca de duas horas para atingir seu efeito pleno, enquanto a nova fórmula começa a ser absorvida em 20 minutos e leva no máximo uma hora para eliminar de vez o desconforto, garante.

Comparada com suas congêneres, a droga que acaba de ser lançada tem menor concentração do princípio ativo e maior ação analgésica. É importante ressaltar, no entanto, que, se a dor persiste apesar do remédio ou aparece em idade mais avançada, é preciso investigar eventuais causas secundárias, como a endometriose — quando o revestimento do útero cresce para fora desse órgão , infecções ou mioma uterino, um tumor benigno. Ou seja, a cólica para quem já passou da adolescência é um bom motivo para não adiar a ida ao ginecologista.
Como se não bastasse todo o transtorno provocado pela cólica, geralmente ela não vem sozinha. Dores nas costas e de cabeça, entre outros sintomas, estão relacionadas às prostaglandinas, e podem dar as caras em mulheres mais suscetíveis durante o período menstrual, observa Jorge Souen. Segundo o médico, como tudo tem a mesma origem, os tratamentos indicados para combater a dor pélvica costumam resolver também esses outros desconfortos.

Na hora de escolher o tratamento, o histórico da paciente e o exame ginecológico nos fornecem boas pistas para acertar, diz o ginecologista Eduardo Schor, da Universidade Federal de São Paulo. Segundo ele, se a percepção é de uma dor leve, um antiespasmódico pode dar conta do problema. Por outro lado, as cólicas mais fortes requerem os tais antiinflamatórios não-hormonais. Se nem eles funcionarem, o jeito será recorrer ao anticoncepcional.

Mulheres que não respondem bem às medicações habituais ou têm intolerância a certos tipos de droga podem ainda lançar mão do estímulo elétrico transcutâneo do nervo, recurso da fisioterapia em que eletrodos transmitem correntes de baixa freqüência, conta Sonia Tamanaha. Ela explica ainda que os médicos, além de acertar na saída terapêutica, devem avaliar como aplicá-la. Na maioria dos casos, os antiinflamatórios são indicados para o início do ciclo menstrual e seu uso deve se prolongar por até três dias. Já para as pacientes que têm dor muito intensa, a recomendação poderá ser engolir o medicamento um ou dois dias antes do início da menstruação, exemplifica.

Em geral, para minimizar efeitos adversos, como irritação do estômago e do intestino, o melhor é ingerir a medicação após as refeições. Aliás, as vítimas de cólicas menstruais podem encontrar outros aliados à mesa. Uma dieta rica em vegetais, vitaminas B1, B6 e E, além de gordura proveniente dos peixes, reduz a severidade das dores, garante a ginecologista.

Sérgio Ribeiro, ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, recomenda evitar estimulantes como o café, o chocolate e os refrigerantes à base de cola, já que contêm cafeína, substância que contrai os vasos do endométrio, aumentando o mal-estar. Por fim, se você fuma, largue o cigarro se pretende viver com menos dor. E, se está muito acima do peso ideal, trate de emagrecer. Há uma relação entre esses fatores e a dor pélvica menstrual, informa o ginecologista Eduardo Schor.

Não sou médico e para Facilitar sou até Português rsrsrsrs!!!!! Mas quis a vida que eu tivesse longos treinamentos com, inclusive um prêmio Nobel de medicina, e o Papa da nutrição humana. Aprendi e defendo a tese até porque tenho várias experiência acumulados, comprovando isso, que, 75% das doenças da humanidade não existiriam se tivéssemos boa nutrição. E o fato é que ela resolve problemas com o do artigo acima... Tenho mais de um dúzia de casos na minha trajetória como distribuidor Herbalife, de mulheres que acabaram completamente com problemas muito sérios de TPM, e até casos de Ciclos menstruais totalmente desregulados que se regularizaram com o uso dos produtos corretos na forma correta. E é bom não esquecer. Herbalife não é remédio, é sim nutrição celular.